Este Half-Life 2 NÂO é como os outros!! por que? ? ?

Configuração Recomendada:
Windows XP
Pentium 4 3.0GHz /AMD Athlon 64 ou superior
1GB RAM
6.5GB espaço em disco
8x DVD-ROM Drive
DirectX 9.0c
256MB Pixel Shader 3.0 (ATI x1600 or NVidia 6800 GT/GS ou melhor)
1280 x 720 Screen resolution
Chips suportados:
NVIDIA - GeForce 6600, 6800, 7300, 7600, 7800, 7900, GeForce FX (5950, 5900, 5800, 5600, 5200), GeForce4 Ti, GeForce3
ATI - Radeon x1600, x1800, x1900, x800, 9800, 9700, 9600, 9500, 9200, 9000, 8500
Chips não suportados:
Nenhuma placa GForce da série MX
Principais Novidades:
Nova inteligência artificial chamada ‘Teamvision’
Milhares de animações novas
Novo sistema de numeração dos jogadores
Plataforma PC também considerada como Nova Geração
Animações de faces inacreditáveis
Edit Mode mais detalhados e com mais opções
Uniformes realistas e com mais mobilidade
Suor e uniforme molhado conforme o clima da partida
Será possível puxar a camisa do jogador adversário
Banco de reserva e onibus do time apareceram nas partidas
Reação do técnico e banco de reservas durante a partida
Visão externa do estádio
Cristiano Ronaldo será o garoto- propaganda na Europa
Micheal Owen será o garoto-propaganda no Reino Unido
Loading mais rápido entre as partidas
Precisão do chute mais apurada
Atributos dos jogadores mais apurados conforme a realidade
Novas comemorações e animações depois do gol
Biotipo dos jogadores mais detalhados
Camisas mais ‘flexíveis’ conforme movimento do jogador
Torcida 3D (finalmente!)
Colisões fantásticas entre jogadores
Goleiros mais realistas
Física da bola surpreendente
Goleiro pode subir ao ataque no escanteio
Cabelos com movimentos
Vídeo de abertura com Drogba e C.Ronaldo
O banco de reserva se juntará aos titulares nas comemorações
Modo ‘Fantasista’ do J-League07 presente também no PES2008
Master League maior e mais competitiva
Juízes com apito e maior interação dos bandeirinhas
Novas animações no toque de bola
Maior controle da bola conforme a habilidade do jogador
Maior controle do passe curto e longo
Técnicos Irritados conforme rendimento do time
Nova camera atrás do gol
IA totalmente revolucionária
Seleção de Latvia substuída por Israel
Primeiro Passo - baixe o sa-mp Clicando aqui
Segundo Passo - Instale o arquivo na pasta onde se localiza o seu gta san andreas,logo em seguida abra-o.
Terceiro Passo - Após abrir ira aparecer está tela :
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Quarto Passo - Clique em Internet ou oficial :
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Divirta-se!

VocÊ sempre ve por ai vários arquivos fantásticos para download , mais está no em ( .Torrent ) e nao sabe como usar ; aprenda aki como usar TORRENT
Tutorial em Video
Clique aqui para Assistir o video

O mais veloz título de corridas volta de forma triunfal, com pegas de levantar os cabelos e infinitas possibilidades de customização.
A Eletronic Arts retorna com Need for Speed Carbon, que tira o papel das perseguições policiais, introduzindo um tipo de mecânica “corridas de equipe” e ocasionalmente levando a ação das ruas para canyons. A nova jogabilidade não melhorou tanto a experiência, mas a corrida ainda pode ser bastante intensa e anda tem bastante estilo.
Carbon continua onde a história de Most Wanted parou. Para que vocês se situem, depois que você recupera seu carro roubado em Most Wanted e sai da cidade, Sarg. Cross continua uma perseguição à sua pessoa. No início de Carbon, você está indo para Palmont City quando Cross, agora como “caçador de recompensas”, finalmente o alcança, acabando com seu carro durante a perseguição. Mas antes que ele pudesse pegar a recompensa por sua captura, seu velho amigo Darius surge, pagando Cross para deixá-lo em paz. Deste ponto em diante, você é posto para trabalhar, assumindo a função de cuidar de outros grupos rivais de corrida de Palmont City. E ao que tudo indica, você tem uma história nessa cidade que precede os eventos de Most Wanted. E durante o desenrolar do jogo, você irá aprender mais sobre aquela noite em particular, quando você saiu da cidade. Diferentes personagens irão ter suas tomadas mostrando a suposta noite onde você fugiu com uma grande mochila vermelha cheia de dinheiro. E até o final do game, não apenas iremos descobrir o que realmente aconteceu, mas um território secreto de corridas em Palmont City será descoberto. Muito mistério envolve essa trama!
Esquecendo um pouco o enredo, vamos ao que interessa. Além da jogabilidade, uma das coisas que chamou atenção em Most Wanted foi o uso de atores reais nas CG, o que dava vida ao game. A mesma técnica continua em Carbon. Utilizar muitos flashbacks foi uma tática interessante, entretanto a história acaba ficando um pouco bagunçada. Nenhum dos vilões aparenta ser uma real ameaça, porém é difícil, na verdade, qualificar alguém nessa história como bom moço...
Most Wanted fazia você correr fugindo da polícia e derrotando os mais notórios corredores de rua de Rockport. Já em Carbon é tudo sobre território. Palmont City é dividida em quatro territórios principais, cada um predominantemente controlado por um diferente grupo de corredores de rua. Cada território é ainda dividido em zonas e em cada zona você encontrará pontos iniciais para vários tipos de eventos de corrida. Ao Ganhar pelo menos dois eventos em uma zona significa obter o controle dela. E uma vez que você conquiste todas as zonas em um determinado território, você terá o controle daquele grupo. À medida que você estende seu domínio por Palmont City, grupos rivais voltarão para tentar reaver seus territórios da mesma forma que você tirou deles, forçando você a aceitar desafios caso queria manter o controle do que já conquistou. Tendo que voltar e correr novamente certos eventos que você já venceu é uma dor só, mas a estrutura de mundo aberto é boa e dá um vasto leque de opções para participar de corridas em qualquer localidade.
Entretanto, você não tomará todos esses grupos sozinho, pois Carbon permite que você traga um aliado para muitas das suas corridas. Esses companheiros controlados pelo computador agem de três diferentes formas: bloqueadores, draftters e escolta. Os bloqueadores irão causar interferências para você, partindo, literalmente, para cima daqueles que você indicar. Os drafters irão criar vácuos para que você possa adquirir mais velocidade, desde que depois você puxe o carro de lado e passe por eles. Os escoltas irão procurar rotas alternativas e atalhos que podem ser encontrados na maioria das corridas e eles tem pequenos tracejados de néon, para que você possa segui-los, fazendo que tudo fique mais fácil para sua vantagem. Você definitivamente irá se encontrar em corrias onde a influencia de seus aliados faz a diferença entre vencer e perder. Mas em várias vezes a presença deles não será necessária ou um ponto chave. Tudo dependerá das condições das corridas, existindo vezes até, em que você desejaria que eles não estivessem aí. Tudo isso torna a corrida ainda mais interessante.
Os eventos presentes em Carbon não trazem tantas novidades assim. Há corridas no estilo tradicional de voltas e sprints, mas também há novidades interessantes como a speed-trap, onde de um local onde você se encontra, você terá que acumular uma certa quantidade de milhas por hora, passando por uma série de armadilhas na pista. A maioria das corridas acontecem nas ruas de Palmont, porém há também os velhos e bons eventos de drifts, que podem ser realizados em pistas fechadas ou nos canyons que cercam a cidade, o que lembra os bons drifts de NFSU 2.
Você também enfrentará diferentes líderes de gangues nos canyons e esses eventos realmente testam sua paciência. Uma vez que você tenha conquistado território suficiente para que o chefe o desafie, você correrá contra ele em um evento particular na cidade. Se o derrotar, você avançará para um dos canyons, que são estreitos e cheios de curvas. Aqui uma corrida de duas partes, onde primeiro você deverá seguir o líder e depois o contrário, testará todas as suas habilidades. A pontuação é dada na primeira parte de forma que, quando mais perto você conseguir ficar de seu adversário, mais pontos você conquistará, depois o contrário. O que apimenta ainda mais as coisas é o fato de que as pistas são realmente complicadas e esses chefes tendem a ser ainda mais agressivos que os demais pilotos. Fora que há uma série de maneiras em que você pode perder instantaneamente, como se durante a segunda corrida seu oponente ficar mais de 10 segundos em sua frente. Claro que o contrário também é possível e você ganha automaticamente a corrida conseguindo o mesmo feito.
A polícia ainda existe, mas não com todo o fator crucial que tinha em NFS Most Wanted. Cada zona tem sua própria taxa de presença policial, que aumenta ainda mais quando você corre em certas áreas. Quanto maior essa taxa, mais policiais virão atrás de você. Porém, dependendo da forma que você corra, serão poucas as vezes em que os policiais o incomodarão.
Chegamos ao ponto principal, que realmente fora bem trabalhado! A uma grande seleção de carros reais licenciados que você pode comprar ao desenrolar da série, que são divididos em três diferentes grupos – tunners, muscles e exotics. Os tuners contam com uma série de carros esportivos japoneses, como o Nissan Skyline, Subaru Impreza WRX e o Toyota Supra, sendo a força desses carros sua habilidade em deslizar nas curvas. Os muscles são o puro ferro de Detroit, incluindo o Chrysler 300 e o Dodge Challenger Concept, além de alguns clássicos da década de 70 como o Chevrolet Camaro SS e o Plymouth Barracuda, sendo os carros dessa categoria rápidos, mas que ficam a dever nas curvas. Os exotics são provavelmente os mais variados, com marcas como Mercedes, Porche, Alfa Romero, Lamborghini entre outros. Esses carros tendem a exigir certo nível de perícia para serem utilizados corretamente.
Você pode adquirir os carros de compras ou derrotando os chefes, e uma vez que você os tenha, todo o tipo de upgrade está disponível para eles. Há performances de todos os tipos, além de pinturas, vários vinis, adesivos, para-choques, e kits. Você pode até fabricar suas próprias partes com o sistema de auto-escultura, que deixará você preso a tanta diversidade de personalização.
Inovações e ressurreições de modos antigos fazem dessa versão de Need for Speed um título desejável. O mesmo pode ser terminado em 10 horas, mas se você for em busca de todas as corridas e desafios algo em torno de 20 horas será necessário. Prepare-se para muito asfalto e pegas de tirar o fôlego!

A primeira vista, dá para definir Need For Speed Most Wanted como uma mistura bem equilibrada entre dois segmentos da franquia: a já datada Hot Pursuit e a recente (e mais conhecida) Underground.Da primeira, extraiu-se as perseguições policiais acirradas durante disputados rachas urbanos. Da última, buscou-se o conceito de corridas vale-tudo em enormes cidades, com profundas opções realistas de customização de veículos, interna e externamente. À medida que faz estragos pela cidade e torna-se mais e mais procurado pelos homens da lei (daí o título Most Wanted, literalmente o mais procurado), o piloto ganha moral e sobe degraus na lista negra dos mais perigosos infratores da cidade. Além de vencer corridas, é preciso fazer uma bela carreira de contravenções e evitar entrar e cana. Mas há uma boa razão para agir cintra a lei, e aqui se chama reputação. O objetivo básico do game é se tornar o mais famoso piloto de rachas da história, explica Mark Little, produtor associado de Most Wanted, em entrevista exclusiva à EGM Brasil.
O conceito, um velho conhecido dos jogadores que curtiram os dói títulos Underground anteriores , recebeu grande importância no novo game. O jogador deve vencer épicas corridas para subir na lista negra.Vencer rachas e fugir da polícia são elementos-chave para ser percebido e ganhar moral, diz o produtor. Apesar disso, a idéia básica, a jogabilidade e o estilo de jogo mantêm-se intactos: o objetivo ainda é vencer corridas e derrotar oponentes. Mas então, por que optar por um conceito antigo como o de Hot Pursuit ao invés de tomar o caminho mais fácil e fazer uma nova versãode Underground? Afinal, não é segredo que o massivo sucesso alcançado pela série nos últimos dois anos até mesma a sempre confiante EA. Mas a nistureba é fruto de uma estratégia bem planejada. A nossa equipa [EA Driving] sempre procura maneiras de inovar e proporcionar uma experiência inédita em corridas.A diferença de Most Wanted é misturar a intensidade dos rachas ilegais com tensão extra das perseguições e fugas da polícia,explica Little.
A maneira com que a policia irá agir foi um dos diversos detalhes não revelados pela EA, mesmo após a versão do game para X-box360 ter sido uma das grandes sensações da E3 2005. É bem provável que os tiras trabaçhem em conjunto, se comunicando através de rádio e organizando barreiras na estrada para bloquear seu caminho. Especula-se também que os policiais usarão outros tipos de veículos(como camionetes) para alcançar o contraventor.
A versão apresentada na E3 sugeriu tudo isso, mas os conceitos definitivos ainda não foram completamente definidos. Ainda não podemos dar os detalhes, mas todas essas idéias que você citou sugerem perseguições desafiadoras e emocionantes. O que posso dizer é que a polícia do game é muito estratégica e os jogadores precisarão dominar a arte da evasão, valendo-se de uma variedade de táticas revela Little. Uma das novas habilidades à disposição do piloto é o efeito Speed Braker, que permite diminuir a velocidade da ação pela metade, deixando tudo em câmera lenta – ideal para fazer curvas e desviar de obstáculos a altíssimas velocidades, bem parecido com o efeito focus de Midnight Club 3: DUB Edition, seu concorrente direto no gênero.
Trocando em miúdos, se você somente correr feito louco e não elaborar estratégias de evasão e fuga, não irá durar muito tempo em liberdade.Fica aí a pergunta: a 250 km/h e com três viaturas grudadas no seu pára-choque, será que dá para pensar em alguma estratégia?
A Maior diferença de Most Wanted é a mistura de intensidade dos rachas com a tensão das fugas da polícia
SER VILÃO É MAIS LEGAL
Quando se pensa em um Need For Speed politcamente incorreto,é difícil não mentalizar uma semelhança básica com Gran Theft Auto. Mas os fãs conservadores podem ficar tranqüilos: em Most Wanted, o piloto jamais sai do carro, muito menos arranca ou outros motoristas de seus veículos na base da porrada. O esquema é corrida simples e pura, fazendo total justiça ao nome que carrega. Outras possíveis semelhanças escorrem pelo ralo quando se compara à competência das forças policiais de cada game. Em San Andreas, nada é mais fácil que limpar a barra numa perseguição. É só estacionar em uma oficina e pintar seu carango com uma cor diferente para se livrar dos enrroscos com a lei. Em Most Wanted, uma recauchutagem na lataria ou uma nova pintura não são suficientes para lhe dar um salvo-conduto. Se isso acontecesse no game,essa não seria uma polícia muito inteligente, não é mesmo?,brinca Little.
Dependendo das alterações feitas no carro, a polícia pode levar um tempo a mais para reconhecer o jogador, mas se você estiver correndo ou causando destruição e a polícia vê-lo..aí a perseguição começa rapidinho. Assim como no mundo real, vacilar não é permitido. A polícia está sempre patrulhando o mundo de Most Wanted. A perseguição começa sempre que o jogador é visto em alguma atividade ilegal, então é preciso manter os olhos abertos e treinar táticas de fuga conta o produtor. Como atividades ilegais entende-se tudo o que você costumava fazer em Underground sem ser incomodado: correr feito louco em vias urbanas, destruir patrimônio público, pôr em risco a vida de transeuntes, vandalizar, e,claro,tirar de rachas a grana.Mas ninguém vai precisar tirar o dedo do acelerador e dirigir cuidadosamente para se divertir. A fraça em Most Wanted, como a própria EA destaca, é fazer as coisas do jeito errado.
’’Pegamos o que havia de melhor nos games anteriores para dar ao jogaodor uma maneira mais acessível e descomplicada de customizar seus carros.’’ EM PLENA LUZ DO DIA
Para quem tem paciência e curte fazer longas sessões de tuning em seu carango (eu por exemplo ),Most Wanted prepara um prato tão cheio quanto o apresentado em Underground.A EA promete possibilidades de tunagem melhores e em maior quantidade, mas não explicou o que isso quer dizer (eita povinho burro, mais peças né!! ). Customização e tunagem são partes importantíssimas do jogo.Estamos pegando o que havia de melhor nos jogos anteriores e dando ao jogador uma maneira mais acessível e descomplicada de customizar suas máquinas,explica Mark Litle.
Está vendo o sujeito dentro do carro na foto acima?Então,não ´ninguém em especial.Os procurados de Most Wanted são anônimos.
Os jogadores poderão ajustar seus carro para correr contra qualquer classe de veículos, criando interessantes rivalidades.O estilo cartunesco das seqüências animadas de Underground 2 deixaram de cabelo em pé os mais puristas fãs de cenas realistas.E como será o estilo de Most Wanted?Apesar de apenas ser possível supor com as imagens desta matéria, a EA também não quis entrar em detalhes sobre o tema.Ainda é muito cedo para contar nossos planos exatos para isso, mas estamos sempre procurando maneiras de proporcionar novas experiências aos jogadores,despista Little.Pelo que deu oara sentir ao jogar a versão do X-box 360,muita coisa será diferente, esteticamente falando.
Mas não é preciso ser fã para notar de cara a principal diferença entre Most Wanted e Underground: os rachas agora acontecem...em plena luz do dia. Segundo Little, a escolha foi interalmente proposital. Os rachas em Most Wanted são diurnos, porque isso deu à equipe EA Driving uma oportunidade de criar uma nova experiência visual que deixará os jogadores com vontade de correr mais rápido do que nunca.É possível que corridas noturnas façam parte do pacote final,mas a EA preferiu não confirmar ainda.
TAMBÉM NA PRÓXIMA GERAÇÃO
Além de garantido nas principais plataformas atuais, a EA resolveu adiantar o expediente e preparar desde já sua versão de Most Wanted para o X-box 360.O estúdio canadense da EA planeja lançar o game simultaneamente ao console,em Novembro, junto com outros cinco títulos. A produção do jogo para o X-box 360 está tão adiantadaquanto à dos consoles atuais, tanto que a EA optou por exibir somente esta versão durante a E3 2005.O game, aliás, foi o principal título jogável para o X-box 360 e funcionou como bandeira de campanha do novo console. Apesar de visualmente impressionante, a versão pouco revela sobre o modo principal do jogo. A única opção disponível era uma corrida no modo Drag que não durava mais de um minuto.Por enquanto a ordem da equipe da EA Canadá é manter o bico fechado em relação ao Story Mode. É cedo ainda para confirmar qualquer coisa, mas eu posso dizer que estamos pensando em como aprimorar inda mais a experiência de velocidade no X-box 360, e que partes importantes da mecânica como a lista negra e a reputação serão cruciais nos modos online,conta o produtor Michael Mann, que trabalha na versão do X-box 360 de MW. Estamos todos empolgados em trabalhar com a nova geração de consoles. Podemos criar carros e mundos com um impressionante nível de detalhes que,ao se juntarem às avançadas físicas,novas características de jogo e alta definição, proporcionam uma incrível experiência de jogo. Para todos que possuem a atual geração de consoles e PCs, nós estamos forçando o hardware para novos níveis de performance e os visuais e a jogabilidade melhores do que nunca.Completa Mark Little.Isso significa que o visual será mesmo a principal diferença entre as versões para cada console.De resto, não deve haver contrastes gritantes entre os games para cada plataforma.
No X-box 360,a idéia é levar o realismo dos carros a níveis extremos. A técnica usada em Most Wanted é chamada escaneamento a laser, que reproduz o carro na tela de maneira mais foto-realista possível.A técnica consiste em uma espécie de varinha mágica a laser que escaneia o carro por completo, de modo a oferecer texturas geométricas e de superfície à reprodução digital, explica Mann. Isso gera um nível de detalhes incrível. Dá até para enxergar os defeitos da pintura.E sim,é possível enxergar esse tipo de detalhe nos carros durante o jogo em movimento!,conta,todo empolgado.Com mudanças de estilo,fica a questão crucial: por que os fãs de Need For Speed devem ficar ansiosos por Most Wanted? O produtor Mark Little é quem define: Most Wanted é uma experiência de alta octanagem com rachas ilegais e que traz a emoção e o desafio extras de fugir da polícia.Os fanáticos por corrida também podem customizar seus carros e correr contra qualquer classe de veícuos no racha definitico.Para quem já era fã da série, não poderia ficar melhor.Ou poderia?É esperar Novembro para descobrir.



Nome: Need For Speed UnderGround
Fabricante: EA
Estilo: Corrida
Sistema Operacional: Windows
Ano de Lançamento: 2003
Descrição:
Postando no lado ilegal dos rachas automobilísticos, a Electronic Arts está levando a série "Need for Speed " para o submundo. Com "Underground" você entra nos mais populares carros de empresas como Mitsubishi, Subaru e Toyota, entre outros, modificando-os até a perfeição para usá-los em corridas com apostas em dinheiro.
Todos os diversos eventos do game serão ambientados em ambientes urbanos noturnos, deixando clara a ilegalidade dessas corridas. Você deve vencer corridas cada vez mais perigosas para fazer seu nome crescer no submundo, conseguindo acesso aos círculos mais secretos dessas competições - e tendo acesso às corridas com prêmios maiores.
O dinheiro arrecadado poderá ser usado para adquirir um dos mais de 20 carros licenciados, assim como melhorar suas entranhas com peças vendidas separadamente. São produtos para envenenar o motor, kits de carroceria e outros acessórios (de companhias como AEM Inc., Audiobahn, Bilstein, Dazz Motorsport, DC Sports, Eibach, Enkei, GReddy Performance Products Inc., HKS, Holley, Injen, Jackson Racing, MOMO, Neuspeed, Nitrous Express Inc., O.Z. s.P.a., PIAA, Skunk2 Racing, Sparco, StreetGlow, e Turbonetics Inc.).
Com mais de 100 eventos únicos, muitos segredos para serem destravados e corridas pessoais contra, no máximo, três outros veículos, "Underground" promete ir muito além do alcance do braço da lei.
Requerimentos:
- Sistemas Operacionais: Windows 98/ME/2000/XP
- Espaço no HD: 1000 MB (1Gb)
- Placa de Vídeo: 32 MB RAM e DirectX 8.0
Tamanho: 2 Cds
Formato: Rar
Número de Mídias : 2 Cds
Idioma: Ingles
Download:
Cd 1
Cd 2
Segundo a Electronic Arts, b já havia sido planeado à muito tempo, bem antes de Underground 1 ser lançado no mercado, ou seja, eles tinham uma perfeita noção que esse jogo seria uma bomba no mundo virtual e que os jogadores se iam agarrar a ele. Foi então que eles decidiram criar Underground 2, porque dados os prazos de produção que tiveram para Underground 1, e que foram curtos, não conseguiram inserir no jogo aquilo que desejavam e que se encontrava na cabeça deles, então partiram para a produção da segunda versão com alguma vantagem: a de saberem exactamente o que queriam ver no jogo, dando também tempo para sondar a comunidade de modo a terem novas ideias para adicionar em Underground 2.Esta nova série, apesar de ter começado a ser produzida algures em Agosto/Setembro de 2003, foi apenas anunciada em Abril de 2004. As primeiras impressões foram fantásticas, fazendo-nos lembrar de Midnight Club 2, mas numa versão melhoradíssima e com toque Electronic Arts. Uma das coisas que saltou à vista foi o facto de existir uma grande cidade onde podemos andar com o nosso bólide livremente, onde existem auto-estradas, bairros, casinos, e por aí fora. Em relação aos carros presentes, houve muita expectativa porque apenas se sabia que iam ser cerca de 30.
Sabe-se que a série Need for Speed sofreu uma guinada drástica a partir da implementação de modificação nos veículos desde Need for Speed Underground. Desde então, a série passou a primar pela jogabilidade rápida e sem delongas, onde os veículos não sofrem dano e são passíveis de melhorias na performance e incrementos visuais diversos como pinturas, aplicação de adesivos/vinil além de acréscimo de aerofólio, saia e pára-choque esportivo.Em Need for Speed: Pro Street a Electronic Arts, talvez em resposta à boa recepção de concorrentes como o Forza Motorsport 2, resolveu adicionar alguns elementos que todos desejavam na série como sistema de danos nos veículos e melhoria na inteligência artificial, além de uma engine gráfica condizente com os consoles da sétima geração. Com isso, é possível observar efeitos de luzes e detalhes nos veículos até então inéditos na série. Já a física do jogo está bastante realista e de acordo com o sistema de dano: inúmeros fragmentos podem se desprender do veículo caso um acidente ocorra. O cenário, por sua vez, passa das corridas ilegais nas ruas para circuitos fechados, onde a perícia do piloto é colocada à prova de maneira ainda mais incisiva.
Este Pacote de Expanção se chama : Acceleration
Caso não tenha o Flight Simulator X, e nem sabe onde baixar ; aqui no site mesmo voce encontra o >>download<<

Agente ve por ai vários lincks para baixar o windows media player 12 mais praticamente todos se trata de uma mentira, mas eu aprovo que este linck nao se trata de mais uma farsa

Fonte : www.maniatorrent.org
Veredicto final: 91/ 100
Já disponivel para PS3,XBOX 360 e PC



Depois de uma prolongada licença sabática, o Tanner está de volta, mas será que o mais conhecido piloto da PS one tem o que é preciso para entrar na fraternidade criminosa para a PS2?
Sou um enorme fã do Driver original. Está entre Metal Gear Solid e Gran Turismo 2 nos meus 'Três Jogos Favoritos para a PS one de Todos os Tempos'. O impacto do Driver original na paisagem dos jogos de vídeo não deve ser subestimado e não há qualquer dúvida da sua influência na colheita actual dos jogos de condução com base em missões actuais. Três anos e meio já passaram desde que Tanner chegou aos nossos ecrãs pela última vez, mas agora ele quer agarrar a PS2, suportado por um impressionante elenco de vozes de Hollywood e uma das maiores despesas de marketing na história dos jogos. Assim, poderá a mais recente abordagem da Reflections captar os dias de ouro da era PS one, ou estará o Driv3r a correr o risco de ser esmagado pelo peso da expectativa?
Muito fixe
Em termos de estrutura básica, Driv3r não se afasta muito da forma disposta pelos dois jogos anteriores. Há um modo Free Ride, que permite definir variáveis, tais como a hora do dia, condições climatéricas e a presença da Polícia e, depois, avançares para as ruas de Miami, Nice e Istambul para conduzires a teu bel-prazer. Também tens um bom conjunto de Jogos de Condução, tais como Quick Chase, Trailblazer e Survivor, mas o evento principal é 'Undercover', o modo baseado na história em que Tanner segue no encalço de um cartel internacional do crime. A acção começa em Miami, onde Tanner trabalha numa divisão do FBI ligada ao departamento de Polícia de Miami.
Desde o início, é óbvio que a série Driver não perdeu nenhuma das suas qualidades. A apresentação é super-elegante de ponta a ponta, a banda sonora é estonteante e as cenas cortadas são impressionantemente cinematográficas. O guião e a história estão muito acima da aventura de acção média e o impressionante alinhamento de talentos vocais (que inclui Michael Madsen, Ving Rhames, Michelle Rodriguez e Mickey Rourke) dá a sensação de uma grande produção de Hollywood.
Erotismo automóvel
A jogabilidade de Driv3r divide-se em duas partes básicas - secções de condução e a pé, que compõem setenta e trinta por cento do teu tempo no jogo, respectivamente.
No carro, a Reflections continua o legado de Driver 1, Driver 2 e Stuntman com alguma da melhor condução ao estilo de arcada vista na PS2. De forma impressionante, mais de 70 veículos são teus para roubares (bem, adquiri-los para questões de Polícia), todos com as suas características exclusivas. É um alinhamento bastante completo de veículos, de sublimes (carros de músculos, desportivos e descapotáveis) a algo ridículos (máquinas de transporte e carros de karting) e, claramente, foi dedicado muito trabalho às nuances subtis de cada carro. A Reflections também comprovou as suas artes de feiticeira no campo da condução, que não estão limitadas às quatro rodas, incluindo pela primeira vez, barcos e motas.
Não só o Driv3r conta com vários carros e motas com uma condução excepcional, como as colisões também são soberbas. Um impressionante sistema de deformação de veículos faz com que a tua brilhante montada se transforme num monte de lata num instante. Partes da carroçaria amolgam-se como se fossem papel, o vidro estilhaça-se em todas as direcções e os painéis voam ao vento. O custo de algumas das mais severas colisões do Driv3r é a ocasional queda na velocidade dos fotogramas, mas não são muito frequentes e é um pequeno preço a pagar por alguns dos mais impressionantes acidentes a chegarem à PS2. As explosões também são muito boas, se conseguires disparar contra os pneus de um carro em fuga, vais vê-lo desviar-se da rota, colidindo contra um muro ou barreira e ser engolido por uma bola de chamas.
Luzes, câmara, acção
São momentos como este que se guardam para a posteridade e, tal como nos dois jogos Driver anteriores, isso é facilmente conseguido graças a um completo e versátil modo de repetição. Podes escolher os ângulos da câmara, abrandar sequências-chave, editar os teus melhores momentos e muito mais - basicamente, há muito para manter os aspirantes a realizadores de cinema contentes. Para aqueles que se sintam menos inclinados a passarem séculos a mexer num pacote de edição, há uma prática adição chamada 'Thrill Cam'. Premindo e mantendo sob pressão os botões L1 e R1 em simultâneo, podes obter uma perspectiva em câmara lenta da acção em tempo real (ou seja, está mesmo a acontecer), o que é de facto muito bom.
Entra no carro!
Infelizmente, a situação não é tão risonha fora do carro. A movimentação de personagens pode ser um pouco atrapalhada e, em contraste com a sublime condução dos carros, os controlos a pé podem ser um pouco estranhos. O jogo também conta com uma boa dose de problemas de câmaras (embora seja de louvar que a Reflections tenha incluído as perspectivas de primeira e terceira pessoa para as secções a pé).
O conjunto de armas do jogo é bastante satisfatório, mas as questões mencionadas anteriormente fazem, frequentemente, com que os combates sejam menos divertidos do que deveriam. Um traço particularmente frustrante de Tanner é a sua tendência para trepar automaticamente qualquer caixa, barril ou dispositivo que encontre. Num momento estás a metralhar contra um inimigo, a enchê-lo de chumbo e no outro estás colocado em cima de uma caixa a dois metros de altura do solo. Com a inexplicável abundância de caixas espalhadas pelas áreas dos mapas dedicadas aos tiroteios, isto pode ser um pouco cansativo.
Situação explosiva
É mesmo uma pena que as secções a pé de Driv3r não correspondam à qualidade em apresentação nas secções dos carros, porque o jogo tem muitos momentos memoráveis. Diverti-me bastante a conduzir um carro de fuga através do interior de uma esquadra de Polícia, a enfrentar as sinuosas encostas de Nice num camião articulado e a disparar contra os inimigos na parte de trás de uma carrinha. Ainda sorrio de orelha a orelha quando vejo o meu carro a acelerar por uma rampa ou barril através de uma perspectiva da Thrill Cam.
Tal como as duas edições anteriores, o principal ênfase do jogo é a sua alta velocidade, as perseguições emocionantes, e é este aspecto do jogo que mais brilha. O domínio completo da Reflections das sequências de perseguição ao estilo de Hollywood não é posto em questão, mas o Driv3r não trata apenas de perseguições motorizadas e é difícil afastar a sensação de que a Reflections teve mais olhos do que barriga. Não é de todo um mau jogo (existem momentos, na perseguição ao inimigo, em que todo o brilho do original volta), mas não é o regresso mais triunfante da série que esperávamos.
Driv3r ainda tem muito para dar - uma fantástica selecção de veículos, uma apresentação fantástica e perseguições emocionantes - por isso, se não estás muito preocupado com uma experiência de jogo potencialmente desequilibrada, deves mesmo experimentar este jogo.
GTA: Liberty City Stories surgiu como um projeto menor da Rockstar, cujo objetivo era desenvolver um episódio da saga para o PSP da Sony. Resumindo: criar um jogo que não tivesse um grande custo de produção mas que fosse algo novo, não uma simples conversão. Assim surgiu Liberty City Stories, espécie de seqüência/expansão de um dos episódios de maior êxito da franquia: GTA III. De fato, trata-se de uma antecipação, já que se passa quatro anos antes dos acontecimentos da odisséia criminosa do personagem sem nome que protagonizava o terceiro episódio da série. Logicamente, nos encontraremos com velhos conhecidos e com muitas ruas e áreas de Liberty City recicladas, ainda que com leves diferenciais, além de novas zonas destinadas a trazer um sopro de ar fresco em nossas andanças. O herói desta ocasião aparecia previamente em GTA III. Um mafioso italiano chamado Toni Cipriani que alternava o crime com a gerência de um negócio tão respeitável como o restaurante que mantinha com a mãe. Não há dúvida de que Cipriani é um tipo carismático que possui background suficiente para convertê-lo em uma opção interessante. Além disso, seu vínculo com a família dos Leones, os donos de Liberty City inclusive sua tumultuada relação com a esposa do capo, Maria, que também se apaixonava pelo herói de GTA III o tornam merecedor de um jogo próprio. De novo, seguindo a tradição dos GTA, o argumento gira em torno da figura de um superdelinqüente apto a qualquer missão, de suas relações com as organizações que lutam entre si pelo controle da cidade, e de seu longo e perigoso caminho até o olimpo da marginalidade. Levar um jogo do PSP para o PS2 supõe que o resultado final será visualmente humilde, apesar das melhorias gráficas da conversão que podem ser vistas em um ou outro efeito vistoso, como o dos reflexos do cenário nas latarias dos veículos e uma maior quantidade de cidadãos perambulando pelas ruas. De qualquer maneira, é empregar as características de um motor muito simples. Visualmente, não será um rival digno de San Andréas, e Liberty City não supera e nem se iguala à aventura de CJ em nenhum aspecto, tanto tecnológico como sonoro ou em nível de jogabilidade. Não encontraremos uma trilha sonora de filme, com temas clássicos de grupos famosos, nem missões tão extensas e elaboradas. Tampouco teremos tantas armas e veículos em nosso catálogo, e nosso personagem não terá os parâmetros de evolução comuns de San Andréas. Uma noiva com a qual fazer um hot coffee se a ocasião merecer? Esqueça... Para compensar, encontraremos algumas melhoras em relação a GTA III que parecem extraídas de Vice City. Poderemos mudar nossa vestimenta, sem chegar a trocar distintas peças de roupa. Também queimaremos asfalto sobre motocicletas e, de vez em quando, lutaremos mano a mano com mafiosos da família dos Leone, mas despeça-se das bandas presentes em San Andréas: não há comparação. Até a cidade nos parecerá estranhamente pequena, acostumados que estamos às enormes urbes de Vice City e San Andréas. Suas texturas resultam bastante pobres, assim como a poligonização de edifícios e objetos. Deve ficar claro: ainda que seja um grande título, se poderia dizer que a Rockstar desenvolveu um mod de GTA III, sem mais pretensões do que oferecer mais do mesmo a um coletivo de usuários que não esperava a oportunidade de ter um Grand Theft Auto em seu console. No final das contas, se LCS terminou aparecendo no PS2, foi a pedido dos fãs. A companhia nunca cogitou essa possibilidade. Assim, não podemos ser muito duros em nossa crítica.
Quando a DMA criou a primeira expansão para “Grand Theft Auto” (ainda em sua versão 2D), eles decidiram fazer algo estiloso: ambientar o jogo na Londres da década de 60 para ressuscitar o charme de filmes como “Um Golpe à Italiana”. Agora, continuando a tradição do terceiro game, a empresa levou o título à brega Miami dos anos 80.Você controla Tommy Vercetti. Recém-saído da prisão, o criminoso trabalha para os irmãos Forelli. Desta vez, o protagonista terá voz e falará durante o jogo (ao contrário do anti-herói mudo da versão anterior) e será dublado por ninguém menos que Ray Liotta (que interpretou Paul Krendler em Hannibal). Tommy também está cheio de novos truques: novas armas, conhecimentos de artes marciais, um sistema de mira que deve facilitar a vida dos jogadores e, é claro, uma camisa com estampa florida!
Além de dirigir carros, Tommy poderá roubar também motos, um helicóptero e até mesmo lanches em suas aventuras. O jogo terá mais de 100 missões (contra as 75 do anterior), que prometem ser mais longas e complexas. Além das tradicionais missões periféricas de táxi, ambulância e polícia, o novo jogo trará uma nova variedade de passatempo: entrega de pizza em moto!
A nova versão apresenta um grande salto de qualidade gráfica. Além de adicionar detalhes de brilho e reflexão nos automóveis, agora será possível visitar e ver o interior dos prédios. Outra grande mudança é que a cidade inteira estará disponível desde o início do jogo, ao contrário da versão anterior.
Tudo nesta continuação promete ser colossal. A cidade terá o dobro de tamanho, haverá quase o triplo de armas (150 no total) e o triplo de músicas. A parte sonora, por exemplo, terá nada mais, nada menos que 90 músicas licenciadas, que serão divididas em 10 estações virtuais. Espere por muitos clássicos da década de 70 - The Message, do grupo Grand Master Flash é uma delas.
Apesar de gigantesco, “Vice City” ainda guarda lugar para detalhes. Pneus que estouram, gangues que roubam carros e a inclusão de skatistas que reagem a ação são algumas das novidades que devem adicionar charme nas missões. E a Rockstar deu uma melhorada considerável na Inteligência Articial que controla tudo isso.
A Rockstar quer aproveitar bem a escolha de local e época, algo que fica claro pela escolha dos carros - alguns modelos esportivos da década de 80 serão destacados, por exemplo. Ambientes como o hotel Fontainebleau (famoso por sua aparição no remake de Scarface) marcam presença nesse estiloso jogo.
Aproveitando o tempo extra desde o lançamento para PlayStation 2 (e aproveitando o poder das novas placas 3D), o game poderá ser rodado em resoluções mais altas e ainda assim rodar suave.
Unreal Tournament III: reflexos rápidos e muito calo no dedo é o que é preciso para jogar!A Epic voltou a trazer até aos jogadores um novo jogo da série mágica de acção Unreal Tournament, tendo parado para reunir esforços nos últimos anos!Neste jogo, os ingredientes básicos continuam a fazer parte da construção de um jogo que tem recolhido imensos fãs ao longo dos anos, não só pelo género de FPS, mas porque é um FPS com uma fórmula especial, que produz uma acção frenética, que excita os gamers. Todos os elementos básicos, como o ambiente, veículos e armas nos transportam até ao futuro, e essa poderá ser uma característica que mais fascina os fãs.Numa altura em que se vê as editoras nacionais a traduzir os manuais dos seus jogos mais importantes, e, em certos casos, os próprios jogos, é desapontante ver como UT 3 vem com o manual totalmente em inglês e também o próprio jogo. Só resta esperar que, num futuro próximo, todos os jogos, e não só os mais importantes, nos cheguem traduzidos.Durante os meses de produção, a Midway, que é a editora, vinha deslindando que o novo Unreal traria um modo campanha com história. A expectativa ficou em alta com tal novidade, mas depois de ter testado bem este modo, cheguei à conclusão que a história é só uma adição aos combates puros, duros e rápidos a que estamos habituados a ver em Unreal Tournament.Quando entramos no modo campanha, somos brindados com uma atraente introdução, que vai, de certa forma, explicar os acontecimentos ao longo de todas as partidas. Esta mostra um ataque que os inimigos Krall fizeram à colónia controlada pelo nosso personagem, James “Reaper” Hawkins, acabando, no final, por este cair inanimado depois de um ataque que sofreu. Estando a invasão estar terminada, o amigo Othello e irmã Jester vêm em seu salvamento, e levam-no para local seguro. Este entra em fase de recuperação, depois do grande choque que sofreu. Os três estão inseridos na equipa Ronin, com o objectivo de acabar com a opressão do inimigo.Este foi o início do jogo, levando-nos a aceitar um mini-enredo criado para justificar todas as partidas que teremos.A primeira parte do jogo consiste num treino que, in-game, tem a intenção de verificar se as capacidades exterminadoras de Reaper não saíram afectadas do ataque sofrido. Para o jogador, tem o propósito de lhe dar a conhecer os controlos básicos, bem como algumas das armas a que se terá acesso ao longo da campanha. Este primeiro aquecimento coloca Reaper e a sua irmã num duelo a dois, findando quando um dos dois atinge 5 pontos, ou 5 mortes, como quem diz.Terminando esta fase, é hora de dar acção aos nossos músculos da mão, em inúmeras missões separadas, que nos levam a diferentes locais e ambientes, que, por sua vez, contêm diferentes armas, veículos e objectivos.Quanto aos modos de jogo, este ano verificámos que a Epic suprimiu quatro. Quanto aos presentes que já são clássicos nos videojogos de acção online, fazem parte o Deathmatch, Team Deathmatch e Capture The Flag. Não há modificações nestes modos, sendo que os objectivos são iguais a outros tantos jogos. Sobre os novos modos, que pretendem oferecer alguma originalidade e fugir à monotonia, temos os seguintes: Modo DuelEste não me pareceu tão bem implementado e original, porque além de só colocar dois jogadores na pista de batalha, um contra o outro durante “X” tempo ou até que algum aniquile o outro 5 vezes, ainda tem outro senão que se prende com a grandeza do mapa. Não foi apenas uma vez que me aconteceu a caricata situação de ter de andar à procura do meu alvo pelo mapa, e sem o achar! Mais jogadores se podem juntar à “festa”, mas sem intervirem. Quando o membro da sua equipa, que está em guerra, morre, é altura de dar lugar a outro e assim sucessivamente.Modo WarfareO conceito não é novo, mas os novos pormenores inseridos fazem toda a diferença para que seja o preterido pelos gamers. Este consiste em pontos de segurança, que são nada mais, nada menos do que núcleos. Há duas equipas no terreno, a Azul e a Vermelha, sendo que cada uma possui um núcleo na base. A destruição deste núcleo provocará o fim do jogo, ganhando a equipa contrária. Além destes núcleos, ainda existem, espalhados pelo campo, pontos de controlo chamados Nodes. Os Nodes precisam de ser controlados por uma das equipas para que o escudo do núcleo inimigo seja desactivado, e assim seja possível destruí-lo manualmente. Para controlar estes Nodes, basta nos dirigirmos até eles, remover a sua protecção, disparando vezes sem conta, e de seguida utilizar a Link Gun, para converter estes pontos para a nossa equipa.Os núcleos principais estão dotados de uma percentagem de integridade, que começa a 100%, e só saem afectados de um ataque se a equipa adversária tiver os Nodes controlados, caso contrário qualquer tiro será inútil. Estando o seu escudo em baixo, e num possível ataque, a sua percentagem de integridade vai diminuindo até que seja destruído. Falta dizer que os núcleos não são reparáveis.Em relação aos Nodes, o seu controlo permite, não só, que se possa atacar o núcleo inimigo, como dá acesso a mais zonas de respawn, panóplia de armas e novos veículos. Para se saber quais são os Nodes que estão vulneráveis em determinado momento, basta estar atento à voz que o anuncia ou então ao mapa. Nestes momentos é fulcral que se reúnam esforços para controlar esse ponto.Este modo tem algumas variáveis e uma delas é a utilização das Orbs. As Orbs são bolas que podem ser transportadas por qualquer membro da equipa, que têm como função principal a captura momentânea de um Node inimigo, sem ser necessário a sua destruição. Apenas existe uma Orb em cada equipa, e o membro da equipa que a tem na sua posse chama-se de Orb Runner. É preciso haver muita cautela quando se possui uma Orb, porque se vai ser alvo de mais ataques por parte do inimigo, por isso, o melhor é, nestas alturas, pedir a protecção dos companheiros, através do menu de ordens rápidas. Quando se carrega uma Orb não é possível andar em nenhum veículo, apenas no nosso Hoverboard, que se assemelha a um skate magnético, sem rodas. Ainda sobre a Orb, também tem como função a restauração do escudo e da integridade de um Node da própria equipa. Quando o inimigo com a Orb se aproxima, a voz anuncia que está nas redondezas um Orb Runner. Nestes casos, é necessário fazer tudo por tudo para conseguir eliminar esta ameaça para os nossos Nodes controlados, ou então corre-se o risco de perder. Se ceifarmos um transportador de uma Orb, existem duas opções ao alcance: ou nos sacrificamos, morrendo, para a destruir, ou espera-se que ela se autodestrua, coisa que demora alguns segundos.Este jogo possui tempo, como todos os outros. Por isso, terminando o tempo de jogo, surge um empate que dará início a tempo ilimitado da partida, até que uma das facções destrua o núcleo da outra. Pode levar horas, até!No compto geral, gostei bastante do modo Warfare. Possui objectivos, requer sacrifícios, e necessita de uma gerência diferente de táctica por parte do jogador, sendo bem difícil essa mutação de uma táctica para outra. Parece que os objectivos são de fácil concretização, mas é apenas uma ilusão. Muito trabalho com o rato e teclado vai ser preciso. De certeza que o jogador com personalidade mais táctica, vai-se deliciar com este novo formato.Modo Vehicle Capture The FlagJogos de captura de uma bandeira mas apenas com veículos é a grande adição para UT 3. A base deste modo não diverge muito do original CTF, mas tem alguns pormenores que tornam a acção mais dinâmica. O primeiro pormenor importante é que o mapa é, obrigatoriamente, maior. Se os veículos são mais rápidos que o nosso próprio pé, não havia outra alternativa se não expandir os mapas. Outro ponto interessante, é que quando se possui a bandeira, nem todos os veículos estão disponíveis, sendo que só uns quantos específicos é que permitem carregar a bandeira. De resto, a fórmula é igual à do modo CTF.Como já se disse, em todos os modos de jogo existe, pelo menos, um veículo disponível, mas na sua grande parte vamos contar uma mão cheia deles que podem ser. Para não nomear todos, vou relatar as características dos mais importantes. O Hoverboard é uma nova forma de deslocação rápida introduzida pela produtora em todos os mapas. Esta não passa de uma tábua, tipo Skate, que não possui rodas e funciona através da magnetização, levitando. Pode ser acedida por todos os jogadores e em qualquer momento, carregando na tecla “Q”. A vantagem da sua utilização prende-se com a rápida deslocação de um local para o outro e a fácil maneabilidade, podendo, até, acoplar-se a qualquer veículo mais rápido. A desvantagem é que é impossível disparar, com que arma seja, enquanto nos encontramos em cima dela. No entanto, é uma ideia nova, original, que só vem dar mais energia ao jogo.O Translocator é outro veículo que nos permite transportar, rapidamente, de um sítio para outro que não se encontre muito afastado. No fundo, esta é uma pistola que se segura na mão, e que dispara um género de disco voador, e antes deste disco bater no chão, é necessário carregar no botão avançado para o teletransporte. Concluindo, permite fugir rapidamente do adversário, permite fugir a minas, permite chegar mais rápido a qualquer lugar e possibilita atingir locais que só com esta arma são atingíveis.O Goliath é um autêntico tanque de guerra, preparado para todas situações extremas. Possui grande capacidade de defesa, como de ataque. Uma das desvantagens é que é lento, o que poderá prejudicar o objectivo de quem utiliza este tanque.Dentro do género de veículos grandes, temos ainda o Leviathan e SMPA. Ainda há alguns veículos voadores como o Cicada, Manta e o Raptor.Só nomeei uns quantos veículos, porque ainda há mais 4 ou 5. No fundo, cada veículo tem diferentes utilizações tácticas, já que há veículos apenas para ataque e defesa e outros que só deverão ser utilizados no meio campo da guerra, por isso, mais uma vez, o jogador terá de ter todos estes aspectos em conta.Desviando-me para o armamento, há quase uma dúzia que vão estar ao dispor dos soldados. Cada uma com mais ou menos poder, mas todas possuem um disparo principal e secundário.Ligado a este componente, também estão os habituais Pickups, que podem separar-se por tipos como recargas para as armas, aumento da durabilidade da armadura e aumento da percentagem de vida do personagem. Espalhados pelo campo ainda se encontram os Powerups e Deployables que, em qualquer altura, podem fazer toda a diferença entre o matar e ser morto.Quanto ao ambiente visível em cada mapa, quase todos têm diferenças. Uns possuem uma boa vista para apreciar, outros nem tanto. Chegam a haver mapas com gravidade zero, o que vem dar uma lufada de ar fresco. A grandeza é típica em todos eles, mas nada de preocupações, porque os veículos colmatam esse “problema”. A única grande preocupação ligada à dimensão dos mapas, é que poderão gerar desnorteamento. Para resolver essa situação, existe a opção de fazer aparecer setas no ecrã que indicam a direcção a ser tomada para a conclusão dos objectivos. No geral, adorei os mapas, porque além de não se repetirem, estão cheios de vida, obrigando a uma utilizar tácticas diferentes em cada partida.A Epic criou uma ferramenta que já vem sendo habitual nos jogos de componente online, que é um editor do motor Unreal 3. Este editor, permite a mudança de quase tudo dentro do jogo, o que vai ser óptimo para criar os originais mods.O motor gráfico Unreal voltou a não falhar para com os seus compromissos e revela um UT III em grande forma, cheio de magia gráfica. É apetitoso ver os inúmeros efeitos especiais de qualidade incansável em cada um dos diferentes mapas. Toda a atmosfera que circunda o jogador está detalhada, não faltando nada nos pormenores, como o das sombras. Denotei um fantástico trabalho relativamente à sombra dos objectos, incluindo personagens, que me deixou de boca aberta. Quando se olha para o chão, vê-se uma sombra a retratar, fielmente, a personagem e a sua arma.Não posso deixar escapar um importante pormenor, que faz com que UT seja ainda mais apetecível por parte dos grandes fãs da série. Fala-se que o motor Unreal 3.0 é bastante potente, e realmente o é, mas está também optimizado para sistemas mais fracos.Mas como nem tudo são boas notícias, na primeira vez que se corre o jogo tem-se algumas dificuldades em acertar com as definições gráficas do jogo. Não que seja difícil, mas porque a Epic não fez as coisas da melhor forma. Quando se muda qualquer definição gráfica, à excepção da resolução de ecrã, é necessário restaurar o jogo, o que faz perder algum tempo, até achar a configuração ideal.Concluindo, deixo o dado positivo do facto da produtora conseguir manter a qualidade gráfica ao longo de todos os Unreal Tournament.No departamento sonoro, não houve tantas surpresas. Isto não é propriamente negativo, visto que, até hoje, UT tem sido exímio no som. As músicas são criadas especialmente para o jogo, têm um timbre moderno, e funcionam como “especiaria” da acção, para dar mais sabor.Durante uma partida é possível ouvir sons próprios do ambiente em que estamos inseridos. Por exemplo, se estivermos num mapa que tem uma ribeira, ouve-se o som da água a correr, se estivermos no topo de uma torre gigante, ouve-se o vento a soprar nos nossos ouvidos. Grande trabalho!Também durante uma partida, os nossos camaradas de combate não se vão cansar de falar, fornecendo dados sobre a sua localização, pedindo apoio, e relatando o movimento inimigo.Aquela voz que sempre caracterizou a série, também está de volta, quando mandamos para o outro mundo um inimigo de forma especial (Head Shot!), ou nos transformamos em heróis e matamos dois e três de seguida (Double Kill!). Estou convicto que, em termos sonoros, este é o melhor Unreal, até porque, hoje em dia, a qualidade dos sistemas de som são cada vez superiores e permitem uma sonoridade cheia de performance.De certo que o Unreal Tournament 3, no seu todo, não vai desapontar qualquer jogador. Poderá dar a sensação que falta um ou outro modo de jogo que caracterizou a série no passado, mas as novas adições acabam por substituir as restantes em falta.Não sendo um jogo muito pesado, graças à tecnologia da Epic, praticamente qualquer jogador poderá jogar este título, mas que não se esqueça que UT é um jogo de acção que premeia a rapidez das partidas, não havendo grande espaço para tácticas.É de lembrar que não só os PC’s recebem o jogo, como, em breve, a PS3 e a Xbox 360 o vão receber!



























